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História do Kadett

Lançado na Alemanha em 1984, o Kadett versão E fez grande sucesso no mercado europeu e chegou ao Brasil em 1989.

Kadett A Kadett B

Anteriormente a ele, conhecemos o Kadett C, nomeado por aqui como Chevette, lançado no Brasil em 1973 e fabricado até 1993.

Kadett C Kadett D

Nosso Kadett foi responsável por um grande salto no mercado brasileirto, onde a cinco anos não era lançado um novo modelo.

Kadett E

Veio com grandes mudanças em termos de linha de produção e mercado.

Com um coeficiente aerodinâmico (Cx) de 0,32, o modelo impressionava por ter um design arrojado, que se manteve agradável até os dias atuais. As versões GS e GSi, mais esportivas e dotadas de acessórios aerodinâmicos, possuíam um Cx ainda melhor, de 0,30.

O Kadett inaugurou no Brasil a era dos vidros do pára-brisa e do vigia colados, método ainda não adotado até hoje pela totalidade da indústria automobilística brasileira, no caso dos modelos dotados de aerofólio, o limpador traseiro era colocado entre o vidro traseiro, novidade também par a época. Trazia também sistemas de nivelamento pneumático manual da suspensão traseira e computador de bordo, disponível nos modelos como opcional até o ano de 1995.

Junto ao Monza foi o primeiro veículo nacional a oferecer gás natural como opção de combustível, nos motores 1.8 e 2.0 EFI Álcool, no ano de 1993. Comercializada como acessório pela rede de concessionárias e ou já saindo na linha de produção com o sistema, tinham cobertura pelo Chevrolet Road Service.

 

Evolução

Por muitos anos foi disponível transmissão automática de três marchas, uma exclusividade em sua categoria. Quando lançado, em 1989, o Kadett estava disponível nas versões SL e SL/E 1.8 e GS 2.0 litros. Em 1990, surgiu a série especial Turim, alusiva à Copa do Mundo de Futebol daquele ano, que permaneceu com sucesso até 1991.

Naquele ano ainda, foi incorporado ao modelo a injeção eletrônica de combustível EFI (monoponto), inclusive para as versões a álcool (nesse caso, pela primeira vez no mundo). Em 1992, a versão GS 2.0 ganhou a injeção MPFI (multiponto) e tornou-se GSi. O avançado motor do Kadett sempre esteve à frente de sua época. Tanto que foi o único motor (junto com o do Monza) que se enquadrou nos limites legais de emissões entre 1992 e 1997, sem precisar usar catalisador.

Em 1993, foi lançado o avançado GSi conversível. No ano seguinte, apareceram a série Lite 1.8 e as versões GL/GLS, estas no lugar das SL e SL/E, e também ocorreu a reestilização do painel de instrumentos do modelo. Em outubro de 1994, a GMB transferiu toda a produção da linha Kadett/Ipanema da fábrica de São José dos Campos para São Caetano do Sul. Em 1995 surgiu a Série Sport 2.0 e, em 1996, ocorreu a reestilização da carroceria, que permaneceria até o final. Em 1997, as versões GL e GLS ganharam o motor 2.0. E, em abril de 1998, surgiria a última, a GLS somente, produzida até o dia 16 de setembro.

 

Muitas vitórias

Por todos os seus atributos, o Kadett obteve o título de "Carro do Ano 1991", outorgado pela revista AutoEsporte num processo de votação feito por jornalistas especializados.

As vendas do Kadett no atacado começaram no atacado em maio de 1989 e, no ano de estréia, já atingiram 28.350 unidades. As vendas foram crescentes nos anos seguintes: 36.810 unidades, em 1990; 39.526, em 1991; e, 41.993; em 1992. No ano de 1993 o modelo conseguiu seu recorde de vendas no Brasil, com 68.485 unidades. Naquele ano, o Kadett foi também o modelo mais vendido da General Motors do Brasil.


Algumas fotos foram retiradas nos sites www.opel6070club.com, www.main-kinzig.de



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